Devemos falar sobre o desânimo, além do mais, como esclarece Jbeili: “Porque apesar de parecer uma coisa simples e corriqueira, dependendo de sua frequência e intensidade, ele pode esvair o sentido de vida de qualquer um e desencadear outras doenças psíquicas e físicas. Quando a mente desiste, o corpo também desiste e dá vazão às suas tendências, sejam elas quais forem. É como andar de bicicleta sem colocar as mãos no guidão: você descansa os braços, mas os riscos de acidente se multiplicam, ou seja, o alívio proporcionado pela desistência momentânea da mente em se preocupar com os objetos, embora traga a sensação de descanso, dá margem à angústia e suas consequências”.
Onde treinamos, nossos alunos são motivados a vencer todo e qualquer desafio que apareça. Dentro dos tatames eles recebem um documento com metas semanais e diárias a fim de sempre conquistarem um degrau a mais. O progresso deve ser visto e anotado, para que seja feito um panorama da caminhada que o aluno tem tido em relação aos treinos.
Pontos chaves para que se alcance vitórias são: organização, estratégia e foco. É isso que ensinamos e que incentivamos que o aluno amplie em todos os aspectos da vida, como no trabalho, escola, faculdade. É natural quando a partir de um momento em que sentimo-nos frustrados em determinada área, devido ao alto grau de dificuldades acabamos que desistindo daquilo. Mas será que desistir é a melhor escolha?
Master Lúcio Filho
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